sábado, 20 de dezembro de 2008

a vaca que ri

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ela produz as entrelinhas em que você vai passar o seu dia, medusa libertadora, você vive no pastiche, ela vai lá pega o momento e diz "tá aqui a epígrafe". uma poesia só de epígrafes: como não amá-la? se eu só for possível com uma frase lapidar, com canção-tema-de-novela, essas verdades sintéticas que fazem chorar. "Autobiografia. Não, biografia. Mulher.", todo o arroto de cultura, o índice onomástico, ainda mais cifrado, cérebro esfinge e seios fartos, quem não beberá das tuas tetas, vaca sagrada, sua vaca, cotidiano permeado de poesia pedra de toque mote da vida, pensa em toda a psicanálise hoje em dia, há espaço para não haver ana cristina? singularidade do sujeito, contra-cultura pop que me livra, castelo de ilusões, floresta de espelhos, anjo? que extermina a dor.



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3 comentários:

  1. caraleo marcos caraleo

    até joão gilberto concordaria que o retorno desse palco está exxxxxcelente

    na unha, growww

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  2. sério, pelo amor de deus, xuxuxuxuxuuxux

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  3. "
    Eu nunca mais vou respirar
    Se você não me notar
    Eu posso até morrer de fome
    Se você não me amar

    "

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